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O relógio é uma das invenções mais antigas e revolucionárias da história. Modificou a relação entre homem e trabalho, assim como, os valores culturais e a organização política e social de uma civilização. Até a Idade Média, a contagem do tempo era baseada no amanhecer e no entardecer, nas quatro estações do ano e em calendários com meses e anos.

A história do relógio, é bem mais antiga do se possa imaginar. Por volta de 5000 anos atrás, nasceu a necessidade de medir o tempo. Primeiro, pela observação do movimento das sombras projetadas no solo, mais tarde, com a Clepsidra e a ampulheta, ele passou a ser medido com base no tempo em que uma substância levava para passar de um lado para outro. Depois, passou pela Clepsidra de rodas dentadas e desencadeou na invenção do primeiro relógio mecânico.

No século XIV surgia o primeiro relógio mecânico, que permitiu, de uma vez por todas, o aproveitamento do tempo, subordinado a produção, o que contribuiu diretamente para o desenvolvimento industrial. Em 1656, surge o relógio de pêndulo, que reduziu o erro diário de 15 minutos para 10 segundos e acarretou em uma precisão ainda maior do tempo.

O primeiro relógio de bolso foi criado em 1500 por Pedro Henlein. Ele era de ferro, com corda para funcionar por quarenta horas, tinha um indicador e um mecanismo complexo. Esse relógio abriu portas para industrias que se especializaram em sua produção. Apenas na década de 1850, os relógios de bolso passaram a fazer parte da vida do cidadão, sendo comum herdá-lo do avô.

Depois, foi a vez dos relógios de pulso criado por Louis Cartier em 1804, que teve na Primeira Guerra Mundial o cenário ideal para a sua difusão. Também conhecida como Guerra das Trincheiras, os relógios com ponteiros e mostradores grandes eram um item essencial para os soldados durante o conflitos.

Como jóia, os relógios tiveram posição de destaque, desde a antiguidade. Formas sofisticadas e artísticas de construir as clepsidras e ampulhetas agregavam valor ao objeto, sendo vistos como jóias, por sua beleza e riqueza. Ainda hoje, os relógios antigos são valorizados por amantes da relojoaria, com destaque para os seculares relógios mecânicos.

A industrialização dos relógios é recente, se comparada a sua história, mas é uma das mais evoluídas e bem sucedidas do mundo. Com o passar dos anos, a relojoaria deixou ser mais uma industria de acessórios e tornou-se uma industria de verdadeiras obras de arte, reunindo colecionadores de vários cantos do mundo.

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